segunda-feira, 4 de abril de 2011

"Liberdade não é Utopia!"


"Liberdade não é Utopia!"

É com essa magnífica citação que começo meu post de hoje. Não somente como escritora, mas como fã, esse ano, exatamente dia 22 de outubro, fará 15 anos que Renato Russo foi tirado desse mundo de tédio, com T bem grande pra você! (quem conhece, sabe!)
Acordei com vontade de escrever sobre minha paixão platônica pelo Renato, Legião e tudo o que escreveu, sentiu, passou...
Me inspira muito escutar ou simplesmente ler o que ele escreveu, Renato sabia (sabe ainda) tocar profundamente a alma de quem escuta suas músicas, músicas profundas, deprimentes, tristes. Escutar Legião Urabana é muito mais do que simplesmente ecutar Legião Urbana, é sentir, respirar, amar, tem que tocar fundo na alma para se poder entender o que realamente quer ser passado.
Que perdoe Vinícius, Clarice, Olavo, Fernando... Renato foi um dos maiores poetas que já existiu em nossa literatura, suas poesias em forma de canção, de protesto, um protesto melancólo e ao mesmo tempo forte e sincero. Um amor não correspondido, mas compreendido. Um amor perdido, mas bem amado... Suas letras contem tudo o que os poetas buscam para escrever seus poemas, romance, solidão, tristeza, protesto, anarquia suja, cidades imundas pela pobreza e pela falta de amor, ódio, rancor, tédio, pureza, paz...
Reanto sempre conseguiu tocar em todas vertentes da poesia, fez uma poesia tradicional e emotiva, gótica e anarquica, sem ser massante e chato. Sem sem podre e triste. Renato atingiu todos os objetivos que uma música pretende, "tocar" o ouvinte, não apenas ser ouvida por seus fãs.
Particularmente, tenho como muitas filosofias de minha vida músicas, pensamentos e frases do Renato e levo isso comigo e passo à adiante sempre que cabe na situação (porém é dificil achar uma situação que não se encaixa uma delas).
Suas músicas são a trilha sonara de toda a minha vida. Mais que um músico e poeta. Não existe no dicionário nem na nossa língua, nem em outra língua uma palavra que deefina Renato Russo. Para mim, o maior poeta que já existiu, e como todos os grandes poetas, já o perdemos.

Indico:
Para Leitura: "Conversações com Renato Russo", pós vida.
"Depois do Fim - vida, amor e morte nas canções da Legião Urbana", de Angélica Castilho e Erica Schlude.
"O Trovador Solitário", de Arthur Dapieve.
"Renato Russo: O filho da Revolução", do jornalista Carlos Marcelo Carvalho.

Para Ouvir: "Renato Russo Presente" - é lindo!
"Como é que se diz eu te amo" - é o melhor ao vivo do Legião Urbana.


"Nunca, Nunca, Nunca deixe alguém te dizer que aquilo que você acredita é babaquice, que de repente o teu sonho não vai dar certo..."

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