sábado, 24 de abril de 2010

Visual é tudo?





"Visual é tudo, atitude não é nada."



(Visual é tudo! - Mukeka di Rato)






Vivemos em um mundo em o que importa literalmente é o visual. As pessoas são julgadas pelo visual, não pela atitude.



Um mundo medíocre, que considera a marca do seu tênis e a etiqueta da sua calça o primor de uma boa impressão, pra dizer o quanto você é esperto ou inteligente.



Lógico, que ninguém gosta de sair por aí mau-vestido, mas não gostam de ser julgados por causa de um corte de cabelo ou uma bela bolsa de marca renomada.



As pessoas são muito mais do que roupas e acessórios de grifes e cabelos com cortes e cores da moda. Todos tem conteúdos por trás de um jeans resgado e um "all star" sujo.



Pessoas tem pensamentos prórpios, sonhos e vontades. Não é porque não se anda de acordo com a ditadura da moda que a pessoa não pensa.



Estava assistindo à um programa de T.V (do qual não vou citar o nome), que dita a moda na vida das pessoas. Particularmente eu não gosto do programa, pois ele tira um pouco da atitude das pessoas e o conceito do porque ela usa tal roupa, e as pessoas que vão nesse programa não tem tanto dinheiro pra depois ficar comprando só roupas de grife e marca, como sugerem os apresentadores do programa.



Ninguém pode se considerar refém da moda e esquecer dos seus valores e conceitos, das atitudes que tentam passar através de uma determinda peça de roupa.








Hoje começou um curso de história da arte, como tem um pouco a ver com a minha gradução comecei a fazê-lo.



No decorrer dos meses do curso, posto novidades que aprenderei com o mesmo.



quinta-feira, 22 de abril de 2010

Earth Day







"Compreender que o que há de melhor



Tá na vida, na transformação da natureza."



(Natiruts - Liberdade pra dentro da cabeça).






Foi o tempo em que achamos que o que há de melhor no mundo são as outras pessoas. Que de certa forma, eramos dependentes das outras pessoas e que as outras pessoas dependiam plenamente de nós.



Que sem o "fulano" não viveríamos bem e/ou vice-versa.



Melhor ainda, sem certas coisas, por exemplo: casa, carro, dinheiro, coisas que não precisamos...



Outro dia, estava assistindo televisão, pra falar a verdade, era um desenho (sim, assisto desenhos), e o desenho falou uma coisa tudo a ver com isso; foi mais ou menos assim: o bichinho estava reclamando que não ganhava mesada, e o outro bichinho perguntou a ele para que ele queria ganhar mesada; o primeiro respondeu que precisava de dinheiro para comprar coisas inúteis das quais ele não precisava.



E é isso que nós fazemos hoje, o que há de melhor para nós está em gastar dinheiro com coisas inúteis das quais não precisamos para sobreviver.



Não damos valor às coisas que na verdade precisamos para viver, como a água, que está acabando; o ar, que está ficando cada vez mais impuro para respirarmos; a camada de ôzonio, que esta cada vez mais "detonada".



O que realmente precisamos para viver está na natureza, que está se transformando cada vez mais, quando percebermos isso será tarde demais, pois ela dá um jeito de cobrar todos os males feitos à ela. E já está começando à muito tempo.



(P.S.: Earth Day)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Felicidade


"A felicidade é uma mentira, e a mentira é salvação" (Renato Russo)




O que é a felicidade hoje? O que foi a felicidade? Será que a felicidade existe mesmo ou nós a inventamos para poder estar vivos?


Das três perguntas, acho que a mais fácil de responder é a terceira, e, se modificarmos um pouquinho, vira também uma afirmação: "a felicidade foi inventada para podermos nos manter vivos", para estarmos em busca de algo que nem sabemos se existe. É uma forma de ter algo em que se agarrar e continuar caminhando sempre em frente.


As pessoas somente buscam a felicidade e nunca encontram plenamente, deixando assim passar momentos nos quais estiveram felizes, e dizer um belíssimo clichê: "eu era feliz e não sabia".


A felicidade então é isso, nada mais que momentos em nossa vida nos quais fomos felizes, ou nos fizeram sentir feliz.


A busca incessante pela felicidade na humandidade é constante. Desde a criação do mundo, os homens estão em busca de algo que quase nunca encontram, e quando chega ao fim de sua jornada, trazem à tona tudo o que foi vivido e retomam o "belíssimo clichê" supra citado.


A felicida é um estado inconstante, são pequenos momentos, quase invíisveis, perdidos em momentos passados em nossa memória.


A felicidade foi o nascimento de uma bela flor no jardim, um passeio na praça, coisas que não damos tanto valor quanto mereciam. A felicidade foi ontem, é hoje e será amanhã o ápice do nosso dia e o climáx da história de cada um, perdida em algum lugar do tempo.